Jeito Moleque

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Jeito Moleque escolhe a Ilha da Magia para o retorno aos palcos, após período sabático recheado de muita pesquisa musical e manifestações artísticas

Florianópolis foi eleita como cenário para o primeiro show do Jeito Moleque, que começa as celebrações em torno das duas décadas de carreira após período sabático.

Considerado não só pela crítica especializada, mas principalmente pelos amigos da música – leia-se, de variados segmentos, não ficando preso ao samba – o Jeito Moleque, é sem dúvida algum, um dos patrimônios históricos e culturais que nosso país possui. Já desbravaram o país de norte a sul, entrando com sua musicalidade única em cada cidade e estado desse Brasil de plurais. Já visitaram culturas de diferentes países e continentes, levando a brasilidade pura e sem preconceito. Já fizeram da música, uma miscelânea digna de poucos. E todos esses momentos de `já` estão sacramentados em quase duas décadas dedicadas a arte, em manifestações livres e cheias de suingue, astral e pesquisa, afinal, segundo Carlinhos, um dos integrantes, que divide seu tempo entre ser pai, fotografo de bons e raros momentos e artista da música,  “Arte é a união sem preconceito de várias ideias e pensamentos”.

 Como todos os artistas que vivem em ebulição, chega um momento na vida, que a efervescência precisa baixar o ritmo, mas sem nunca perder o frescor. Pensando nisso, os integrantes, decidiram se dedicar a um período sabático, onde cada um deles, descansassem, pensassem nas vidas, tivessem projetos pessoais, buscassem o autoconhecimento, mas acima de tudo, respirassem arte em todas as suas vertentes, para que na volta – que acontecerá no próximo dia 26 de agosto, em Florianópolis – as energias estivessem voltadas completamente para esse novo momento, o da reintegração da música em sua plenitude. Característica ímpar do Jeito Moleque, que sempre fora ousado em seus álbuns, singles, Dvds e clipes.

Rafa, confidenciou que durante o seu tempo de descanso, o seu filho, de 5 anos, sempre questionara quando seria o retorno aos palcos e pedia para assistir aos clipes sempre que viajavam ou passeavam em longos trajetos de carro: “Ver meu filho, que é minha extensão, meu moleque, pedir para rever algo que quando fiz, ele nem era nascido, me fortaleceu tanto nesse período de pausa, que me fez ter a certeza de que uma marca como o grupo que orgulhosamente faço parte, era sim parte da cultura brasileira, já que ele, que é o futuro do nosso país, já respira arte e aprende diariamente por várias fontes o que são as variações de arte”.

Esse pensamento, da perpetuação da boa música, das reinvenções de qualidade, do respeito pelo dia a dia e pela saúde – física e mental – do próximo, faz com que os integrantes e as famílias que convivem e fazem do Jeito Moleque ser o que é – do motorista que os acompanham nas turnês ao empresário que é sexto integrante do grupo, tamanha conexão – tenham sempre a mesma energia em fazer o melhor – dentro e fora dos palcos – afinal, só se mantem em pé durante vinte anos, quem traz consigo alianças fortes e duradouras, sem se render ao descartável, aos sucessos efêmeros.

E falando de sucessos; o grupo, tem preparado diversas surpresas para os shows que viajarão o Brasil e na sequencia, o mundo. Segundo o empresário da banda e sexto elemento, João Netto, onde o seu maior lema é “Faça o que ame e ame o que faz”, o Jeito Moleque estará em cada canto desse nosso país, mostrando os hits que embalaram tantas vidas com roupagem nova, com sonoridades peculiares e recursos inéditos. É se preparar para sentir!

O ‘já’ para Alemão, que é ligado nos 220V sempre, e não para quase nunca; só quando se vê olhando para a cama de sua filha, que cresce lindamente e também conectada a música e aos instrumentos percussivos heranças ativas do pai, a pausa foi tocando em um projeto que criou com amigos para se manter vivo no samba e pescar in loco todas as nuances que o ritmo teria de mudanças nesse período. Para ele, que respira sonoridades e mantém a música num altar, o panorama da volta aos palcos frente ao Jeito Moleque tem sido desbravador de tantas novidades que ele assegura estampar no palco; “Sempre fui de excursionar pelo samba e suas mais variantes, sou da percussão, um estudioso de suas extensões. Uno o que ouço na rua com o que estudo diariamente. A música é um dos meus amores, que junto da família, se completa”.

A energia dos palcos se distribuíram entre o céu com saltos de paraquedas, viagens por lugares paradisíacos, ações bravas de empreendedorismo e velocidades cronometradas em pistas de corridas de kart. Foi assim, que Felipe, apostou parte de seu tempo sabático em busca de manifestações artísticas nos céus, nas viagens de imersão e nas corridas para descarregar a adrenalina que só quem pisa num palco sabe como é. E ele afirma que sem dúvida alguma a arte está implícita em todos os lugares, é feito Deus, que está a cada respiro. Essa viagem, o fez ver que música é como abrir os olhos diariamente e enxergar tudo diferente, mas com os olhos do coração.

E assim, com os olhos voltados para o coração, todos os integrantes de um dos grupos que já começou lá atrás com seu jeito moleque de ser, preparam-se para mostrar ao público, que o jeito moleque traz o brilho nos olhos característico de quem é menino, só que com a trajetória de quem já rodou mundo e sabe que aqui é seu lugar.

Vivam com a gente esse novo momento.

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